13 de junho de 2018
13 de junho de 2018

Na Câmara…
Ao que consta, o caso Nanci vai ficar no gancho dos 30 dias. A manifestação do MP não influiu para menos nem para mais no imbróglio. E se o promotor obtiver provas de veracidade do atestado, ou que o médico mentiu, como é que isso vai ficar? Vão devolver os 30 dias para a vereadora?

 

Dona Inês, dona Inês…
A vereadora precisa sintonizar as antenas, sobretudo porque pertence ao partido do prefeito. Ela anda pedindo recape asfáltico em locais que já estão em processo de concorrência pública. Em outras palavras, poderá acenar com o chapéu alheio, do tipo: “Fui eu que fiz esta obra”. Detalhe: vereador não constrói absolutamente nada, apenas legisla e fiscaliza. Inês teve oportunidade de “construir” quando estava na prefeitura, mas, ao que tudo consta, não deu tempo ou não sabia o que deveria ser construído.

Pedido
A vereadora Inês Weizemann postou em sua rede social que apresentaria, na sessão do dia 11, um requerimento solicitando informações e providências da prefeitura em relação às condições de pavimentação e conclusão do recapeamento asfáltico sobre o calçamento poliédrico. E a imprensa, acreditando na vereadora, colocou o assunto em pauta, como foi o caso deste jornal. Ontem descobrimos que o governo já havia sacado antes. Vai ver, a sintonia da Inês com o governo está pela bola 8.

 

 

007/2018
É o número da concorrência pública, bem sugestivo — 007, com licença para matar. No documento, o município de Foz do Iguaçu torna pública a licitação, na modalidade concorrência, para a contratação de empresa que prestará o serviço de execução de galerias de águas pluviais e recape asfáltico na Av. Andradina; execução de 37.420 m² de “reperfilamento” em concreto betuminoso usinado a quente, sobre pavimentação poliédrica nas avenidas Garibaldi, Maceió, Paraná e João Paulo II e na Rua Padre Bernardo Plate.

 

O homem das pontes
O recém-eleito presidente do Paraguai não quer muito saber de conversa e pretende fazer com que o Brasil assine as quatro novas pontes com o seu país. Duas em Foz do Iguaçu. Se conseguir, colocará fim a uma “novela” de décadas, especialmente quando lembramos a “segunda” ligação com o país vizinho, que mais parece um conto da carochinha.

 

Dúvida
Se antes havia discussão sobre onde fazer as pontes, em Puerto Franco ou Hernandárias, o tema parece que foi liquidado. Haverá um acesso ligando Foz com cada uma das cidades. Quando isso vai acontecer é que não se sabe ao certo, porque desta vez é no Brasil que as coisas andam enroladas. Antes a culpa era do Paraguai, pois diziam que nossos vizinhos colocavam pelo em ovo. O problema agora é rubrica, orçamento e desvio dos recursos de todas as obras para cobrir o prejuízo causado pela greve dos caminhoneiros.

 

Expectativas
Apesar da boa vontade em atender aos anseios das populações de fronteira, devemos ter em mente que os mandatários possuem um problema de tinta na caneta. O do Paraguai, Mario Abdo, ainda não assumiu, e Temer não está seguro de que vai ficar. É um dilema.

 

Amizade subjetiva
É que o Brasil atravessa essa marola de não se imaginar como será o futuro. Vai que assume algum presidente mais a fim de derrubar as pontes do que construí-las! No campo da política e numa nação tão inusitada quanto o Brasil, tudo pode acontecer.

 

230 mil visitantes
A Fartal recebeu quase a população inteira de Foz (253.962) nos dias em que foi realizada. Estima-se que a metade do público bateu cartão na quinta, sexta, sábado e domingo. O CTG Charrua estava visivelmente entupido em algumas noites, e isso se deu em razão das atrações. O índice de reclamações foi mínimo, considerando que o evento é totalmente realizado e organizado pelo poder público.

 

Amplitude


Linda a foto do Jean Carlos Oliveira publicada na capa de ontem deste jornal. Ela nos dá uma dimensão da beleza urbana de Foz, com imenso verde e um horizonte de edifícios. Mas o destaque mesmo é o primeiro plano, com obras e empreendimentos de grandeza, como é o caso do Centro de Distribuição da Panorama, parte do Recanto (estacionamento) e outro hotel em construção, além da nova unidade do Grupo Muffato, na qual estão investindo cerca de R$ 40 milhões. E é bom lembrar que teremos o viaduto no enquadramento, assim que estiver concluído. Tomara que fotógrafos como o Jean, o Roger e os demais profissionais da imagem sobrevivam até lá, porque em geral promessas de campanha demoram. Vida longa aos fotógrafos!

 

Fim dos pedágios
Tudo bem, a governadora Cida Borghetti notificou as concessionárias de pedágio sobre o fim das operações, mas depois disso como ficarão as estradas? É preciso festejar, pois o cidadão que utiliza os trechos não será mais assaltado a cada 100 km (ou menos). O problema é saber como as estradas resistirão ao mundo de caminhões que trafegam por ela.

 

Novo pedágio
Contaram para o Corvo que o governo estuda (muito secretamente) um modo de ocupar as guaritas e cobrar uma taxa dos motoristas. Os valores serão bem reduzidos se comparados aos que cobram as concessionárias. Seria uma maneira de aliviar o caixa e manter as pistas em condições de uso. Num primeiro estudo, o valor seria único e por volta de R$ 3 por trecho para automóveis.

 

O cidadão paga
Quem usa estrada até concorda em pagar uma taxa de conservação, desde que ela de fato seja efetuada. Rodovias como a Régis Bittencourt possuem pedágios, mas os valores são baixos. Uma viagem de Curitiba até São Paulo custa no total R$ 18,60 — passando por seis praças. Cada praça cobra atualmente R$ 3,10.

 

Futebol
Poxa, Corvo, faça a sua análise aí da Copa do Mundo e nos diga o que acha, quais as suas previsões? Gostamos de ouvir esses seus conselhos e adivinhações. Mostre pra gente o que sabe e em que acredita.
Marcel Robs Wagner

 

É amanhã
Pois bem, o Corvo vai responder em forma de notinhas, assim o texto ficará mais compreensível: o fato é que o tempo passa rápido. Nem engolimos bem a derrota para a Alemanha e já estamos noutra Copa do Mundo. Tomara que o Brasil não pare de novo, como em 2014. A bola correrá nos gramados, mas a conta de luz, água, telefone, os impostos, as compras nos supermercados, farmácia, tudo isso tem vencimento. Domingo haverá foguetório, imagina-se.

 

Pela frente…
Realmente, o tempo vai correndo, e a libido do futebol diminui, como em outras coisas. Antes era normal ver o povo esquentando a cabeça no estudo das possibilidades, preenchendo tabelas, tentando adivinhar quem cruzaria o caminho do Brasil na segunda fase e virtual classificação final. Forçadamente, o Corvo fez um estudo — e, se a lógica do futebol prevalecer, levando em conta o quanto andam as esquipes, o Brasil poderá enfrentar o México, Inglaterra, na semifinal a Espanha e poderá encarar a Alemanha numa final. Que barbaridade! Aí sim o bicho vai pegar.

 

Brasil e Alemanha
E para ver como são as coisas: os dois países são os que mais venceram Copas do Mundo; mais participaram de finais e hoje ocupam o topo do ranking da FIFA. A lógica seria uma final entre os dois. Mas como o futebol é “a” caixinha de surpresas, o resultado pode ser outro. Após a primeira rodada já teremos uma ideia de como estão as equipes.

 

Simulação
Há vários simuladores eletrônicos disponíveis para os torcedores. O Corvo testou o do Globo Esporte (G1). É bem prático e fácil de brincar. Sim, é um brinquedo. Foi-se o tempo dos papéis, calculadoras e das tabelas dos jornais e revistas. No simulador aparece o saldo de gols, pontos ganhos e tudo o que é necessário para não precisar esquentar a cabeça.

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GDIA