9 de junho de 2018
9 de junho de 2018

Olá. Bom dia, leitor!

‘Carpe diem!’
– Hoje, sábado, dia 09 de junho, comemora-se o ‘Dia Internacional dos Arquivos’;
– Hoje é o ‘Dia Nacional de Anchieta’;
– Hoje é comemorado o ‘Dia de Imunização’;
– Também hoje se comemora o ‘Dia do Tenista’ e o ‘Dia do Porteiro’.
– Amanhã é aniversário de Foz do Iguaçu; 104 anos. Parabéns à nossa cidade!

 

Fala que eu te escuto
De Marina Silva, candidata a presidente da República, na sabatina do jornal Correio Braziliense:
– “Na eleição de 2010 havia confronto entre candidatos, mas a gente se conversava. Em 2014, foi uma guerra. E depois que fui entender por quê. Porque aquelas eleições foram uma fraude. Eu estava disputando a eleição, mas tinha aqueles que estavam disputando estruturas criminosas. Agora eu sei que tem muitos que não estão disputando eleições, estão disputando salvo-condutos”.

 

Telefone sem fio
Na semana que passou, frei Betto visitou Lula em Curitiba. E disse ao jornal O Globo: “Ele deixou claro que não haverá acordo com Ciro”. Pode até ser pois, como é sabido, o dirigente petista jamais pensou em ter ou preparar um sucessor dentro do partido, que dirá fora dele. Mas tudo pode mudar, caso o candidato do PDT, Ciro Gomes, vá para o segundo turno como opção das esquerdas.
Aí podem ocorrer dois eventos: ou Lula muda de ideia em relação a Ciro Gomes (que poderia lhe conceder um indulto caso venha a se eleger presidente da República) ou o Partido dos Trabalhadores abandona Lula e vai cuidar da própria sobrevivência.

 

Oráculo
“O governo federal precisa de um ajuste fiscal de algo entre R$ 250 bilhões e R$ 300 bilhões ao ano para estabilizar sua dívida pública e sair da rota de insolvência. Isso porque o endividamento bruto do país disparou nos últimos cinco anos, vai chegar a 78% como proporção do PIB ao fim de 2018, segundo o Banco Central, e tornar-se um dos maiores entre os países emergentes.
Um ajuste com uma combinação de corte de gastos e mais impostos será inescapável para controlar essa escalada da dívida e evitar a necessidade de juros altos para financiá-la em um ambiente de baixo crescimento e risco inflacionário”.
De Fernando Canzian, em abril, na Folha de São Paulo.

 

E por falar nisto
Há quem diga, como Stephen Kanitz, que o Brasil é um país insolvente. A conjuntura econômica atual, agravada pela crise política, coloca a gravidade da situação do país numa posição ‘nunca antes vivida na história’. Pior: não temos, ao menos no curto prazo, alguém capaz de reverter esse estado de coisas. O governo atual não poderia estar mais desmoralizado do que já está e, portanto, não tem força e nem capital político para atitude alguma; e teremos que suportá-lo, sabe Deus como, ainda por quase sete meses.

 

E por falar nisto (2)
Não temos quem nos tire desta situação no curto e nem no médio prazos! O Brasil está carecendo de um líder há décadas e o fato das pessoas não quererem participar da política, não respeitar os políticos e estarem desesperançadas redunda disso.

 

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Viva o sábado, leitor! Chegou o fim de semana!

Que ele seja espetacular, ok?
Sorte e saúde sempre a todos!

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GDIA