Alta do dólar reduz em até 40% vendas nos centros comerciais da Argentina e Paraguai
8 de junho de 2018
8 de junho de 2018

Marcellão
Entra e sai campanha política, e um nome surge na agenda de quem lida com o ofício de trabalhar a vida dos políticos na imprensa: Marcello Cattani, o bruxo do marketing ligado ao ex-governador Beto Richa. Ele trabalhará a imagem da governadora Cida Borghetti. Segundo o Fábio Campana, Marcello também cuidará da empreitada eleitoral do Alex Canziani.

Tucanos acuados
O magnânimo líder do tucanato verde e amarelo, do papo bem estufado, Fernando Henrique Cardoso, deve estar com a ferramenta de alerta piscando. O ex-presidente apareceu no disse que disse de doações da Odebrecht. O diálogo é comprometedor porque se trata de um negócio com o afamado Marcelo Odebrecht, o mestre das doações em troca de obras; e em razão de FHC enviar os dados bancários sem antes discutirem a formalidade das doações de campanha.

 

Não foi para ele
Outra, FHC não pediu dinheiro para uma campanha sua, e sim de correligionários da agremiação que presidia. Aliás, da qual é um cacique perpétuo, vitalício. É uma obrigação de todo líder partidário tentar angariar recursos para a eleição de seus pares. Até aí não há muito mistério. O caso, repetindo, é a “negociação” com o Marcelo, alguém que agradava a Deus e ao Diabo com a mesma cerimônia.

 

Clima de festa
Foz vive aquele clima junino de Fartal, em que muita gente vai ao CTG Charrua aproveitar os shows, encontrar amigos e curtir o aniversário da cidade, um evento que dispensa qualquer formalidade, independentemente de crise ou situações que em geral entocam o cidadão. Frequentar a Fartal é uma das tradições do cidadão iguaçuense. Pois há quem não saiba ou não imagine que a Fartal já foi do mesmo tamanho das feirinhas de domingo, que ocorrem na JK. Lá se vão 42 anos de esforço das entidades! É por isso que o Corvo cobra qualidade e variedade, pois é o que a população espera ao frequentar os quatro dias de confraternização. Há quem bata o cartão todos os dias, da abertura ao fechamento.

 

Conforto
Corvo, li a matéria das modificações que precisam acontecer nas feirinhas e penso que está na hora de melhorarem não só as condições de trabalho dos feirantes, como prover conforto para o público que frequenta os locais. Não há, por exemplo, um banheiro para os gringos. Fica chato ir comprar na feirinha e pedir o banheiro emprestado para um restaurante ou loja ao lado.
Márcia Villenna

 

Comércio popular
Corvo, a feirinha é um paraíso para quem não tem grana ou precisa comprar a preços baixos. Eu, por exemplo, compro meias, cuecas e bermudas para o meu marido lá. Saia pela cidade para encontrar roupas para gordo para ver a dificuldade, seu Corvo. É complicado. No mais, a gente encontra tudo por lá.
Maria Antonia Ribas

O Corvo responde: prezadas leitoras, o Ministério Público Federal quer colocar as coisas em ordem, e não será diferente com os espaços conhecidos como “feirinhas”, em especial a fileira de barracas na Rua Rebouças. Assinaram um TAC com prazo de 36 meses. O que pode ser um amontoado de barracas para uns é a única saída de sobrevivência para outros. Há comerciantes reclamando de concorrência desleal, ainda mais quando vendem “importados”, brinquedos e produtos made in qualquer lugar. Mas o Corvo faz uma pergunta: quem já não se socorreu na feirinha? É normal ver muita madame encontrando solução para o que não acha em outros lugares pela cidade.

 

De tudo
Os turistas gostam muito desse tipo de oferta de produtos. A feirinha da Rebouças oferece roupas de todos os cantos do Brasil, bem como do Paraguai, China e adjacências. As pessoas compram. Dizer que aqueles locais não servem ou que atrapalham é uma besteira. Pelo contrário, há pessoas loucas para alugar salas nas proximidades, pois querem viver a reboque do movimento.

 

Logística
O que falta é uma ação mais trabalhada entre o poder público e os pequenos comerciantes que atuam nas feirinhas. Com jeitinho, a prefeitura conseguiria deslocar para lá todos os ambulantes que estão na frente das lojas na Avenida Brasil. Claro, o espaço vai ficar pequeno, mas daí o jeito é encontrar outra área pelas proximidades. O leitor Antônio Mazza enviou uma sugestão: “Moro num edifício ao lado da Praça da Marinha. Vejo aquela bela área pública totalmente vazia, então por que não colocam uma feirinha lá, pelo menos aos domingos de manhã”?

 

Correria
Corvo, adoro ver essa movimentação frenética de coisas acontecendo pela cidade. Que beleza, festas, corridas, eventos culturais. Ontem mesmo olhei o seu jornal e havia várias opções culturais. É bom saber que há várias novas iniciativas em Foz!
Marcella Benitez

O Corvo responde: sim, há eventos para todos os públicos. Uma mostra disso é o final de semana. Enquanto acontece a Fartal, outros eventos movimentam o público em paralelo. “A Casa”, por exemplo, apresenta um importante nome da atual música italiana, com um “violão muito latino”; trata-se de Diego Salvetti, que se apresenta no espaço neste sábado, 9. O ideal é fazer reserva, porque a noite é para um público bem seleto.

 

Requião na onda
Imagina se Roberto Requião iria ficar de bico fechado no meio de uma pendenga tão vulcânica igual essa que envolve a família Richa. Quem imaginou algo assim ou é ruim da cabeça ou doente do pé.

 

Quem é o melhor?
Foz entrou numa discussão interessante e, de certa forma, com alguma antecipação: qual seria o melhor nome no governo para melhorar a vida dos iguaçuenses? Calma, a nota é só para pensar, e não para ser usada em forma de pesquisa. Pesquisar não é proibido; publicar o conteúdo, sim.

 

Desburocratização
Destrava Foz é o nome da iniciativa que propõe fazer andar a abertura das empresas. Abrir é coisa simples, mas manter e lidar com o dia a dia são tarefas quase impossíveis; pior ainda em tempos de crise. O problema é que, enquanto uma empresa abre, outras três estão em vias de quebrar. Que dor de cabeça!

 

Sarrinho
Quando o nome Destrava Foz começou a ser ventilado, muita gente pensou que era campanha contra o governo, do tipo: “Destrava Chico”.

 

Um ano?
Uma emenda parlamentar de Foz pede o prazo de um ano para se iniciar o limite de tempo de espera na fila da saúde. O resultado é que muita gente, pelo visto, não vai ver nem o Papai Noel neste ano, quanto mais esperar pela diminuição da fila no atendimento. O Corvo detesta ser negativo, o problema é que com saúde não se brinca.

 

Pendenga
Corvo, veja como são as coisas, às vezes as brigas são importantes. Nessas mudanças políticas que acontecem, eu nem sabia mais qual é o partido do prefeito Chico. Achava que ele ainda era do PC do B; não soube da mudança dele para o PSD. Para “nóis” interessa as pessoas, e não os partidos. O que quero dizer é que com essa encrenca de apoiarem candidatos de fora e tentarem deixar o Vermelho de Foz, é que fui saber em que partido estava o Chico. Hoje a cidade toda sabe, e a briga ocupou o espaço dos demais partidos. Acho que você me entendeu, né Corvo?
José Peçanha Neto

O Corvo responde: claro amigo, é assim mesmo que acontece. Mas ao que parece as coisas já estão encaixando-se. E olha que faz tempo que o Chico mudou de partido. De fato as pessoas às vezes não associam as agremiações como antigamente; pudera, com a quantidade de siglas!

 

 

 

Tércio homenageado
Muito justa a homenagem ao ex-prefeito e ex-deputado e um amigo natural da região. A história do extremo oeste se confunde com a de Tércio Alves Albuquerque, um declarado apaixonado por esta terra. Ele será cidadão honorário de Missal. Tércio ajudou a criar vários municípios, como é o caso de Missal e Santa Terezinha de Itaipu! Parabéns, Tércio!

 

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GDIA