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24 de maio de 2018

Olá. Bom dia, leitor!
‘Carpe diem!’
– Hoje, quarta-feira, dia 23 de maio, comemora-se o ‘Dia da Juventude Constitucionalista’.

 

Coreia do Sul, um exemplo a seguir
Sim, a Coreia do Sul é um país exemplar! Em 1948 o território da Coreia foi dividido em duas partes: a do Norte ficou sob o domínio socialista da ex-União Soviética e a do Sul sob influência do capitalismo americano. Em 1950, a Coreia do Norte invadiu a Coreia do Sul, dando início à Guerra da Coreia. Em 1953 um armistício dividiu a península ao longo da Zona Desmilitarizada da Coreia. A guerra resultou em 2,5 milhões de mortos.

 

1961: golpe de estado na Coreia do Sul
Em 1960 o presidente da Coreia do Sul renunciou em razão de um movimento estudantil e trabalhista. A este evento seguiu-se um período de grande instabilidade política que culminou num golpe de estado liderado pelo general Park Chung-hee, que ficou no poder até 1979, quando foi assassinado.
Em seu mandato de 18 anos, Park Chung-hee comandou um grande programa de desenvolvimento industrial, que alçou a economia sul-coreana a seu patamar atual. Controverso e autoritário, Park implementou a lei marcial na Coreia e mudou a Constituição para aumentar seu poder e usá-lo para forçar coreanos ricos que ele considerava corruptos a investir na indústria coreana e a criar um setor naval, entre outros.

 

A política não contaminou a economia coreana
De 1979 – quando o presidente Park Chung-hee foi assassinado – até 1987 a turbulência política na Coreia foi grande; naquele ano as eleições diretas voltaram e o primeiro presidente civil foi eleito em 1993.

 

O salto coreano que tirou o país da pobreza
Na década de 60, a Coreia do Sul era uma das nações mais pobres do mundo, destroçada por uma guerra que destruiu 25% da riqueza nacional e matou 5% da população civil. Em 2016 o país tinha PIB per capita de US$ 27,538.81 – mais de três vezes maior que o do Brasil (US$ 8.649.95) e uma economia impulsionada pela alta tecnologia.
No período de 1953 (fim da Guerra da Coreia) a 1961, houve pesados investimentos em educação, que reduziram o analfabetismo de 70% para 20%. Entre 1961 e 1966, a quantidade de alunos matriculados no ensino primário e secundário cresceu 30%, enquanto o número de universitários dobrou.

 

A Coreia do Sul priorizou a educação de seu povo
Em 1966 a Coreia atingiu a educação primária universal e tinha um índice de pessoas em universidades superior à Inglaterra. Conquistada a universalidade na educação primária, o país experimentou na etapa seguinte (1967-1971) o aumento de 28% da quantidade de estudantes no secundário e de 20% nas universidades. A prioridade dada ao ensino primário e secundário teve um efeito igualitário na sociedade coreana.

 

E a gente?
O Brasil despreza os ensinos fundamental e médio em detrimento do universitário. Na universidade os jovens são doutrinados por professores ideologizados e ansiosos por se aposentar…

 

Viva a quarta feira, leitor! Que a jornada contemple grandes risadas e boas surpresas, ok?
Sorte e saúde sempre a todos!

 

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