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Rojões
O prefeito de Santa Terezinha é de fato muito prestigiado pela população de sua cidade. Alguém gritou que ele havia sido liberado do presídio, e o céu se encheu de rojões. Parecia foguetório em dia de jogo do Brasil em Copa do Mundo. Alarme falso. Na Fespop corria a informação de que ele teria saído e sido levado de volta. A situação de Cláudio não é em nada confortável. Dos vários processos em andamento, dois parecem pesar como uma bobina de papel em seus ombros.

 

Comentário
Alguém disse para o amigo de um amigo, de outro amigo, que procurou mais um amigo do Corvo para dizer que Cláudio havia se queixado da tentativa de achaque por parte de um “comunicador”. Ao que consta ele sabia da prisão um dia antes. Quem será que fica sabendo das operações e tenta levar vantagem? Isso ainda vai acabar mal, sobretudo quando a Justiça entender que há risco de atrapalhar as investigações. Algumas pessoas já foram presas por esse tipo de prática.

 

Cidadão Honorário
O jornalista Elson Marques prestigiou a solenidade que concedeu o título de Cidadão Honorário ao amigo Doniseti Melo. Como Elson, o plenário estava cheio de amigos, dando para medir o prestígio do homenageado.

 

Fespop
Quem frequentou a festa saiu de lá em êxtase, afinal é um show no palco e na organização. Tudo está de acordo com a expectativa do cidadão. A ausência do prefeito foi de fato sentida. Com sorte e dependendo do vento, ele conseguirá ouvir o som da festa em Três Lagoas.

 

Fez sucesso
O Vermelho apareceu na festa de Santa Terezinha, e havia mais gente atrás dele do que do Luan Santana, que pelo visto ficou com ciúme. “Quem é esse cara?”, o cantor teria perguntado para o empresário.

 

Pudera…
Depois da entrevista da última quinta-feira na Rádio Cultura, é natural que o Vermelho fosse tão assediado ao percorrer a Fespop. A audiência bateu lá em cima. No programa Contraponto, o Dr. Nelson Rodrigues quis saber: “Como é que você enfrenta essa questão da classe política manchada, que é pior que pau de galinheiro”? Vermelho respondeu: “Não existe Senado sem senadores, Câmara Federal sem deputados, prefeitura sem prefeito, e assim por diante. Precisa ter alguém governando, fazer com que as coisas aconteçam. Como é que iremos administrar as escolas, as estradas, a saúde, se não tivermos as pessoas escolhidas pelo povo? Eu sei que o eleitor procura escolher o melhor, mas lá na frente ele pode se decepcionar. Eu acho que o eleitor precisa olhar o passado de cada um, suas ações, e ver o candidato que melhor irá lhe representar. Existem pessoas boas na política, assim como existem médicos e advogados bons ou ruins”.

 

Segunda tem mais
O Corvo teve acesso à degravação da entrevista e há muitos pontos interessantes. Na edição de segunda-feira, dedicaremos um espaço especial para as perguntas de Nelson Rodrigues, Dante Quadra, Ennes Mendes da Rocha e Joel de Lima. Quem enfrenta um time desses e consegue sair inteiro já terá meio caminho andado. O programa Contraponto é o “pinga-fogo” da região.

 

Fazendo graça
O big brother Kaysar Dadour apareceu por Foz e fez sucesso nas redes sociais. Bom para a cidade. Ele comeu quibe do bom e do melhor, num ótimo restaurante de comida árabe da cidade. Para variar fez os gracejos nos atrativos. Mas será que o “brimo” agrada? Uma leitora enviou carta dizendo que ele “se acha”. Bom, não vamos aqui desagradar a um ilustre convidado, queremos mais é que ele exporte as nossas belezas. Se o programa Os Trapalhões ainda existisse, ele teria espaço garantido, pois está bem do jeito de fazer humor.

 

Muitos frutos
Fez muito sucesso a última visita da governadora Cida Borghetti pela fronteira. Em poucas horas, ela entregou helicóptero, anunciou praças, conversou sobre o perímetro de segurança, deu posse aos secretários e conversou com as lideranças regionais. Segundo informaram ao Corvo, há outras agendas marcadas e numa delas parece que teremos novidade sobre “os viadutos”. Isso mesmo, no plural. No lugar de apenas um, teremos outros dois projetos, um no cruzamento com a Avenida Paraná, ao lado do Cataratas JL Shopping, e outro no trevo que dá acesso à Argentina, num convênio com DNER. Vai “chover” viaduto na cidade.

 

Equilibrando os pratos
Se uma campanha já é desgastante, imagina correr atrás dos votos e precisar administrar um estado como o Paraná ao mesmo tempo? É a tarefa da dona Cida. Ela faz uso da máquina governamental, mas se alguém acredita que ela não possui amparo se engana. Cida conta com pareceres de dezenas de advogados. Só faz o que diz a lei.

 

Na rua
Este Corvo presenciou duas cenas de arrepiar numa mesma tarde e no espaço entre dois semáforos. No primeiro, um rapaz fazia malabarismo com facões; um escapou, resvalou no asfalto e caiu em cima do capô de um automóvel. Mais adiante, o malabarismo era com tochas e, na empolgação, o carinha pintado de palhaço jogou o pau incendiado pro alto e ele chamuscou os fios da rua. Que tal se pegasse fogo? E se uma dessas tochas fosse parar debaixo de um veículo? Como sabemos, os automóveis são movimentados com gasolina e possuem vários líquidos inflamáveis. Dona Foztrans, cuide de certas versões de malabarismo!

 

Sua Majestade!
Acreditem, um réu chamou um juiz de “Vossa Majestade”. Todo mundo riu, e o magistrado, bem-humorado, pediu: “Pode me chamar de juiz mesmo”. O advogado não sabia onde se esconder com o fiasco do cliente. Juiz é “Excelência”. A única pessoa que pode ser chamada de majestade em Foz é o Paulo Mac Donald Ghisi; e ainda por cima é “majestade imperial”! Bom, hoje é sábado e pode.

 

Culpa da novela
Então, o cidadão anda vendo muitas novelas, nas quais há reis, princesas e também o que não falta é julgamento, a exemplo da novela das nove, O Outro Lado do Paraíso. Aliás, o ator Paulo Betti roubou a cena como advogado de defesa da ré Sofia, dona da mina de esmeraldas e que matava as vítimas com golpes de tesoura. Vai ver ele fez um cursinho com o Oswaldo Loureiro.

 

Lojas francas
Foz do Iguaçu foi em comitiva até Gramado e, é claro, com todos os tipos de opiniões sobre as free shops. Isso foi possível notar, o que pode não ter sido bem interpretado pelas autoridades. Ao contrário de outras cidades, que compareceram com os pés no chão, sabendo o que queriam, Foz levou a Torre de Babel para o Rio Grande do Sul. Mas o vice Nilton Bobato parece que conseguiu colocar panos quentes no entusiasmo de algumas pessoas. Quem menos abriu a boca foi quem se deu bem.

 

Nas redes
E para variar, há célebres bate-bocas nas redes sociais sobre as regras de implantação das lojas francas. E deram para discutir a legislação municipal, o que rendeu um ringue de agressões por meio de ensinamentos. Há muitos “professores de Deus” tratando do assunto — e, pelo visto, não entenderam muito bem como a coisa funcionará.

 

Jogo da forca
Há quem acredite que esteja dando-se bem, mas na realidade está é subindo o cadafalso. Como alguém pode falar em nome de associações, do comércio de um modo em geral, quando todos sabem que está defendendo apenas os seus interesses? Um empresário está jogando muita brasa em sua sardinha. Bom, foi avisado sobre isso.

 

Cota
Enquanto os empresários estão em Gramado, dois deputados circulam por Ciudad del Este trabalhando uma pesquisa para convencer a Receita Federal de que se a cota baixar para 150 dólares haverá um desastre social em Foz e que não será jamais socorrido pelo advento das lojas francas. Tomara que sejam eficientes. A questão da redução da cota para cidades vizinhas e em outros países já estaria na mesa dos técnicos.

 

Expertise
Com o teleférico na região do Marco das Três Fronteiras, é provável que seja possível atravessar a fronteira com cota diferenciada, porque o transporte é aéreo. Ou não é? Se o teleférico transporta as pessoas pelo ar, é uma modalidade aérea?

 

Laboratório
A UDC presenteou o Sindhotéis com um superestudo nas áreas de gastronomia e hotelaria. O levantamento é totalmente aplicável. É a comprovação de que a comunidade acadêmica pode mover montanhas quando está municiada de boas intenções, coordenação em diversas áreas, além do combustível adquirido em convênios internacionais.

 

Nanci e o conselho
Os prazos vão apertando-se, e todo mundo está curioso para saber como a vereadora vai sair da saia-justa. Mas parece que a opinião pública está de cabeça feita. Este Corvo conversou com várias pessoas, e quem sabia ou já tinha ouvido falar do imbróglio diz que se Nanci foi ao Rock in Rio em data diferente da que consta do atestado, qual o problema? Que quebra de decoro ela praticou? Resta saber se os membros da Comissão de Ética pensam da mesma forma.

 

Ética, dura ética
Mas ao que vemos, todos os vereadores que um dia assumiram o difícil papel de atuar na Comissão de Ética acabaram atropelados por ela. Há muitos interesses por metro quadrado no Legislativo, e reprimi-los ou norteá-los de alguma maneira é como andar em campo minado. Taí o resultado.

 

 

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GDIA