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9 de maio de 2018

Olá. Bom dia, leitor!

‘Carpe diem!’

 

London SchoolofEconomicsSchoolandPolitical Science – LES
Nome de escola britânica badaladíssima, fundada em 1895, tem cerca de 9500 alunos em tempo integral, procedentes de 140 países, aproximadamente 3000 funcionários e uma receita total de £263.2 milhões (dados de 2012/2013), dos quais £23.7 milhões foram gastos em pesquisas. A escola é organizada em 24 departamentos acadêmicos e 19 centros de pesquisa. A biblioteca da LSE, a British Library ofPoliticalandEconomic Science, tem mais de quatro milhões de volumes, 60 mil volumes de revistas científicas e 29 mil e-books, e é tida como a maior em sua área de especialidade.
Em tempo: uma libra esterlina (£) custa aproximadamente R$ 4,8180.

Agora veja
Foi na London SchoolofEconomics que se realizou, no último sábado (05), o Fórum Brasil-Reino Unido. Lá apareceram pessoas como a candidata a presidente da República Marina Silva (que aproveitou a ocasião para dizer que é contra a privatização da Eletrobras), o ministro do STF Luis Roberto Barroso (que afirmou ser o Brasil um país que criou uma sociedade viciada em Estado) e a ex-presidente Dilma Rousseff (que atacou a Operação Lava Jato ao dizer que “acho muito estranho as cinco maiores empresas de engenharia do Brasil terem sido sistematicamente destruídas”).

Duas coisas
Como dito acima, a LES recebe alunos de 140 países e dentre esses, claro, está o Brasil. Foram os estudantes brasileiros, portanto, que organizaram o evento e escolheram os convidados:
1.    Nenhum jornal importante de Londres ou de todo o Reino Unido deu uma notinha sequer desse evento, feito logicamente para repercutir no Brasil, onde pouco se deu importância também; e
2.    Seria interessante perguntar à ex-presidente Dilma Rousseff se ela não acha também muito estranho a gasolina no Brasil custar muito mais caro que nos EUA depois que o governo de seu partido quebrou – ou quase destruiu? – a Petrobras.

Aécio Neves, o breve
A política também tem lá suas razões, mas são razões que a razão conhece bem. Aécio Neves anda tão em baixa que parece ter decidido que em 2018 irá submergir, isto é, não disputará eleição alguma. E pensar que o atual senador do PSDB por Minas Gerais– é bom que se recorde – em 2014 teve mais de 51 milhões de votos na eleição para presidente.
Que ninguém se engane: o afastamento de Aécio Neves é bom para Minas Gerais, ótimo para o Brasil. Para o bem do país, outros de seu convívio parlamentar deveriam ter o mesmo destino.

Cena do Rio
‘A PM do estado do Rio tem 400 coronéis que se aposentaram entre os 42 e 53 anos de idade. Eles ganham entre R$ 25 mil e R$ 30 mil. Até aí, essa é uma estatística de um estado rico e eficiente, digna da Califórnia. Entretanto, os coronéis na ativa são apenas 100.
Está tudo explicado’.
Da lavra do jornalista ElioGaspari.

Implacável
“Não é uma questão de mostrar quem é o mais forte, mas de agir com sabedoria. Mas não me senti desafiado, isso nunca foi e não é uma questão pessoal entre ele e eu. Estou apenas fazendo o meu trabalho como juiz”.
Do juiz federal Sérgio Moro à revista Crusoé, que lhe perguntou se havia se sentido desafiado pela decisão do ex-presidente de não se apresentar no prazo estipulado.

 

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GDIA