OMS defende vacinação universal na Semana Mundial da Imunização
25 de abril de 2018
25 de abril de 2018

Lojas francas
Guaíra não quis saber de muita conversa nem de lero-lero sobre as free shops, simplesmente festejou a aprovação das regras e abriu as portas de toda a cidade. Lá sabem que não dá para perder tempo.

 

Em Foz…
O Corvo está para revelar uma baita notícia sobre as lojas francas na cidade; como havíamos anunciado, isso aconteceria hoje, mas resolvemos aguardar até amanhã. A novidade na terrinha é que parece haver um consenso: free shops não devem abrir na área central de Foz. É uma decisão que parece das mais acertadas, olhando para a modalidade mundo afora.

 

Ajustamento
A prefeitura celebrou um TAC com o Ministério Público. O Termo de Ajustamento de Conduta é um instrumento que deve ser atendido, cumprido, do contrário a situação se enrola na Justiça. E o atual TAC versa sobre desvio de função. Segundo consta no documento, há possíveis irregularidades identificadas em 55 cargos de livre nomeação. Quer dizer, os CCs não estariam trabalhando em acordo com as regras. Desde que o documento foi assinado, nove pessoas já foram exoneradas pela atual gestão. Esse ajustamento estava sendo cumprindo meio que na moita.

 

Carpida dura
E a foice do ajustamento deve passar rente ao chão, com mais exonerações nos próximos dias. Como boa parte dos CCs é oriunda de partidos aliados, o governo deve cortar um dobrado; uma situação nada confortável, mas que é necessária. Mas há também um prazo de 120 dias para readequação das funções desses assessores e 180 dias para extinção ou transformação dos cargos. Em tese pode haver até um remanejamento, levando em conta que boa parte dessas assessorias ocupa cargos de chefia nos escalões do governo. Como Chico pretende enxugar a máquina, é provável que muita gente fique fora.

 

Entendimento
Faz tempo o Ministério Público briga por esse ajuste de funções. Os promotores não entendem de administração pública, apenas querem fazer a lei valer, independentemente das soluções encontradas pelos governos, algumas emergenciais. Uma coisa é o governante que pendura correligionários nos cargos, devolvendo a ajuda que recebeu em campanha, outra é a tentativa de fazer a máquina andar, com a ajuda de pessoas sérias e experientes, e mesmo que os pareceres dos procuradores do município sejam firmes e justifiquem o exercício do cargo, o Ministério Público não quer saber de conversa.

 

Não emplaca
O MP não consegue emplacar todas as ações na Justiça, quando elas tratam de desvio de função, pois o entendimento dos juízes pode ser outro. O histórico é grande e variado sobre o assunto. No caso do governo Chico, ele preferiu sabiamente não entrar numa queda de braço longa e desgastante. Preferiu partir para o ajuste. E, francamente, daqui em diante a tendência é esta, de os governos se ajustarem mediante os MPs.

 

Imposto
“Leão, leão, leão, és o rei da criação.” O prazo está apertando como um garrote, e muita gente ainda nem se coçou para cumprir o rito de declarar o imposto. Muitos escritórios de contabilidade estão no pavor por causa disso. Enquanto isso, o bicho ruge!

 

Duro no trato
Quem conhece bem o presidente eleito do Paraguai, Mario Abdo Benítez, o Marito, garante que ele terá uma pegada implacável contra o tráfico de drogas, armas e munições. Entre seus objetivos está o fortalecimento do legalismo, especialmente nas áreas de fronteira. Marito está preocupado com o que sai do Paraguai e mais ainda com o que entra, sobretudo com este produto de exportação brasileira conhecido como PCC. Um analista garante que o Paraguai vai investir em gente e equipamentos no combate ao crime.

 

Bom para o Brasil
Se o Paraguai apertar de fato o cerco contra a produção da maconha e afogar o tráfico de armas, impedindo que elas ingressem em seu território, o Brasil sairá no lucro. Vamos rezar para que haja um bom entendimento entre o presidente que elegeremos no final do ano com o Marito, que promete assegurar seu país entre uma das melhores e mais seguras taxas de desenvolvimento do mundo. Se já havia muitos brasileiros pensando em se mudar para lá, é agora que a debandada acontece de vez.

 

Esquerda, direita…
Muita gente migrou do sistema comandado pelos militares para o socialismo do Lula; nos tempos atuais, uma legião quer de volta a dureza dos quartéis, em nome da ordem, contra o crime e as mazelas. O que não cai bem é vivente cortar a barba, trocar a cor da camisa e por dentro continuar o mesmo. Isso é um perigo.

 

Onda bolsonarista
Há uma porção de convictos ativistas do Jair Bolsonaro que não sabem absolutamente nada sobre ele. Simplesmente acreditam que as regras duras, propagadas pelo deputado, vão resolver os problemas da nação brasileira. Não é bem assim, o poço é mais fundo, para não dizer “o buraco”. O Brasil vive à beira de uma convulsão social, e só a mão dura não basta. O Corvo mede isso pela quantidade de cartas que recebe.

Mudança já
Seu Corvo, o Brasil só suplantará essa fase se houver uma mudança sistemática de governo. Precisamos de alguém que não tenha o coração tão mole e passe por cima de certos apelos. Precisamos de um milico no poder! Minha mãe diz que na época em que estiveram no governo nada dessas bagunças aconteciam.
Silvana Valverde

O Corvo responde: como a senhora mesmo afirma, não viveu ou não se lembra dos governos militares, sendo assim sua opinião pode não estar bem fundamentada. E como vamos fazer com a pobreza, com a exclusão, com as graves diferenças sociais que o nosso país enfrenta? Calma, é preciso fazer algo sim, implementar uma política mais segura e honesta de combate ao que não está certo, mas não podemos esquecer em que século vivemos e o que virá. Vamos sintonizar a cabeça com o coração.

 

Não deu certo
Pois então, Corvo, os militares estão no controle do Rio de Janeiro, e o que conseguiram resolver até agora? Nada, absolutamente nada! E isso está custando bilhões de reais. Prenderam foi uns meninos que frequentavam uma festa, que dizem ser de milicianos, e agora estão pagando o maior mico para soltá-los. Infelizmente só vamos controlar o crime que impera nas favelas com pau, pedras e balas.
Maurício B. da Silva

O Corvo responde: prezado leitor, sua posição é um pouco radical. Entre os traficantes e o Exército, há uma população de milhões de brasileiros inocentes, pessoas que tentam levar a vida à margem da sociedade. Transformar o Brasil numa guerra civil pode não ser a solução. O Corvo apurou essa intervenção militar no Rio. A conclusão é que estão queimando fosfato nas operações de inteligência. Elas se antecipam às ações militares mais frontais.

 

Candidatos
Corvo, em certa ocasião você escreveu que as coisas estavam caminhando para poucas pré-candidaturas a deputados em Foz. Será? Está acontecendo tudo ao contrário, com pessoas completamente desconhecidas anunciando os nomes para a disputa. Será o possível que esta cidade não aprende com as lições do passado?
Márcia M. V. Souza

O Corvo responde: prezada, é a democracia. Qualquer pessoa pode lançar o nome, desde que pertença a um partido e possua condições legais de disputa. Mas este Corvo inventou o troféu melancia exatamente para isto, para identificar quem entra na disputa visando a atrapalhar o pleito. Não é uma situação fácil, mas estamos de olho. Não demora, alguém vai levantar o troféu, ou seja, isso vai acontecer tão logo um desses aventureiros pendure a melancia no pescoço.

 

Mire Balotin
O empresário espalhou mensagem nas redes sociais anunciando a sua pré-candidatura a deputado federal. Disse que analisará as plataformas que pretenderá levar para Brasília. É uma postura muito boa, só que antes terá de encarar uma campanha e vencer, conquistando votos suficientes para o exercício de um mandato. Alguém precisa contar para o pré-candidato que o número de votos não é pequeno.

 

O “ser” candidato
Algumas pessoas acreditam que são conhecidas o suficiente ou bem apreciadas pela comunidade, portanto podem concorrer a cadeiras no Legislativo, como tudo fosse fácil. De fato há quem superestime a realidade e não faça ideia da selva que é a política, a começar por uma campanha. O test-drive começa na disputa pela Câmara, uma maneira de mostrar para a cidade que se quer ingressar numa carreira política, como nova alternativa; a formação de novas lideranças não é fácil como imaginam.

 

Passeio no bosque
O Corvo tem recebido várias notas sobre o Bosque Guarani. Os leitores reclamam do cheiro, da limpeza e da frequência de pessoas suspeitas nas várias trilhas que há por lá. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, os técnicos estudam uma revitalização do local.

 

Ciclovias
Corvo, você escreveu sobre ciclovias. Em Foz é temerário chamar as estruturas para os ciclistas desse nome. Fizeram foi um arranjo muito malfeito, que não proporciona o mínimo de segurança aos ciclistas e menos ainda aos pedestres. Andar de bike em Foz é uma aventura.
Natanael Bonharden

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