Opinião

Dr. Brito desistiu
10 de março de 2018
Foz Futebol coloca o Coritiba “na roda” e vence no Couto Pereira
11 de março de 2018

Opinião

Olá. Bom dia, leitor!
‘Carpe diem!’
– Hoje, sábado, dia 10 de março, comemora-se o ‘Dia do Telefone’ (veja nota logo abaixo);
– Também se comemora hoje o ‘Dia do Sogro’.
– História: foi nesta data, em 1876, que o inventor Alexander Graham Bell fez sua primeira transmissão telefônica bem-sucedida. Ele ligou para seu assistente e disse: “Senhor Watson, venha aqui. Preciso do senhor”.

Para as eleições de 2018
A conjuntura atual enseja uma atitude de coragem, de civismo, de cidadania e compromisso com o futuro do país e de seus descendentes: é preciso mudar a política. Como? Cada um faça a sua parte.
O sistema político atual não faculta muita coisa, ao menos no que tange as questões relativas aos processos que precisam ser mudados. Ainda em 2018 haverá candidato como o Tiririca, o ‘puxador de votos’, que se elege e faz com que outros se elejam em razão das regras de proporcionalidade. Um horror, como se sabe. Mas o problema não está na proporcionalidade do sistema, mas na qualidade dos candidatos.

Para as eleições de 2018 (2)
Não são os eleitores que escolhem quem vão ser os candidatos, certo? Os candidatos são escolhidos, numa primeira fase, dentro dos partidos aos quais são filiados – Deus sabe como. Ao eleitor cabe somente escolher dentre aqueles que pleiteiam seu voto. Assim sendo, aos eleitores só resta votar naqueles considerados merecedores de votos, aqueles julgamos como candidatos de qualidade. E a julgar pelo que se vê na mídia de uma forma geral, a qualidade anda abaixo da crítica.

Para as eleições de 2018 (3)
O que fazer então na hora do voto? Simples: não reeleger nenhum candidato! Alguém poderá alegar que o candidato no qual se quer votar é um sujeito bom e honesto. Pode ser, mas quem não convive com esses bons e honestos da política não sabe de suas andanças, de seu dia a dia, de seus acordos e conchavos – que pouco aparecem.
No Rio de Janeiro há um deputado federal que está em seu 11º. mandato, ou 44 anos de mandato só na Câmara. É Miro Teixeira, de 72 anos. Ele entrou na política em 1970 e está até hoje! São quase 50 anos na ponte aérea Brasília-Rio; Miro Teixeira já passou dois terços (2/3) da vida como parlamentar!
Pergunta que não quer calar: quais foram os ganhos para os cariocas em ter um sujeito bom e honesto como Miro Teixeira representando-os no Parlamento? Bem, para ele deve estar sendo ótimo, não é?

Resumindo
Assim sendo, cada um faça a sua parte, que é o que se pode fazer por ora. Passa da hora de se dar trabalho para os políticos! Que não se reeleja nenhum candidato. Em que pese a vocação de alguns para tal serviço, há que se considerar que ‘o costume do cachimbo deixa a boca torta’. Política não pode ser meio de vida; política não pode ser profissão.
Em tempo: 99% dos eleitores de Miro Teixeira jamais terão a aposentadoria que ele usufruirá.

Meu Brasil brasileiro
“Se você invade a gráfica de um jornal armado de facão, você não é manifestante”. Frase da jornalista Lúcia Guimarães, no Twitter. Coisas do Brasil, não é? É. E pensar que o MST é em grande parte financiado com dinheiro do contribuinte! Vamos ver o que vai acontecer quando a fonte secar…

E viva o sábado, leitor! Boa jornada, ok? Tenha um excelente fim de semana!

Share

GDIA